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	<title>Arquivos tendencias imobiliarias - Matrone Imóveis e Seguros</title>
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	<description>Assessoria em Imóveis e Seguros em Santo Andre</description>
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	<title>Arquivos tendencias imobiliarias - Matrone Imóveis e Seguros</title>
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		<title>Tendência do mercado imobiliário para 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[matrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 19:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com a eleição e a inflação, o mercado imobiliário deve continuar crescendo em 2022, de acordo com as expectativas de especialistas. Mesmo com as decisões dos consumidores sendo influenciadas pela situação econômica volátil, com a expectativa da taxa Selic de 11,75% até o final de 2022, o mercado imobiliário tende a crescer cada vez...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo com a eleição e a inflação, o mercado imobiliário deve continuar crescendo em 2022, de acordo com as expectativas de especialistas.</p>
<p>Mesmo com as decisões dos consumidores sendo influenciadas pela situação econômica volátil, com a expectativa da taxa Selic de 11,75% até o final de 2022, o mercado imobiliário tende a crescer cada vez mais.</p>
<p>No entanto, apesar dos diversos entraves no mercado com a alta inflação, neste artigo separamos as tendências para 2022.</p>
<p>Tendências que se intensificaram com o distanciamento social, como valorização do espaço e do conforto, maior uso de tecnologia em casa e foco na sustentabilidade continuam importantes para 2022.</p>
<p>Uma delas é a diferença em ter uma extensão de imóvel ou que seja, no mínimo, bem dividida, com espaço para descanso, atividade física, trabalho, alimentação e sono.</p>
<p>Ter uma varanda, ou melhor ainda uma cobertura/terraço, continua sendo um diferencial procurado por muitos compradores.</p>
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<h3>Imóveis com ambiente de home office</h3>
<p>Não há dúvidas de que o home office continua sendo uma das tendências do mercado imobiliário em 2022, e mantém pelo menos parcialmente essa tendência.</p>
<p>Os benefícios são enormes, incluindo economia de tempo, recursos e melhoria da qualidade de vida.</p>
<p>Por isso, arquitetos e as maiores construtoras têm levado em conta essa nova realidade em seus projetos, criando ambientes de trabalho específicos com móveis próprios, insonorização e outros diferenciais.</p>
<h3><strong>Mercado de alto padrão aquecido</strong></h3>
<p>Diante da alta da Selic e da incerteza na economia mundial, 2022 será negativo para quem busca investir em imóveis? Não exatamente.</p>
<p>Além de ser um segmento que oferece mais segurança e estabilidade diante de uma crise, tempos conturbados muitas vezes escondem boas oportunidades de negócios.</p>
<p>E é o caso dos <a href="https://matrone.com.br/boom-do-mercado-de-imoveis-de-alto-padrao/">imóveis de alto padrão</a>, pois a perspectiva é positiva nesse setor, com grandes empresas de construção trabalhando em vários projetos que precisam ser capitalizados e lucrados.</p>
<p>Como se isso não bastasse, muitos proprietários buscam vender e podem aceitar uma oferta sólida, embora com desconto ou um pouco abaixo do preço de mercado.</p>
<h3><strong>Alta demanda por áreas de lazer</strong></h3>
<p>Durante a pandemia, com a necessidade de distanciamento e isolamento social, as pessoas têm exigências diferentes de onde morar.</p>
<p>Logicamente, isso deve afetar o mercado imobiliário em 2022, levando à construção e valorização de imóveis que incluam áreas de lazer disponíveis.</p>
<p>De fato, estamos vendo um aumento de empreendimentos residenciais que oferecem estruturas de trabalho dentro de seu próprio ambiente interno, conhecido como coworking.</p>
<p>Além disso, tanto os compradores como os inquilinos aspiram a campos desportivos polivalentes, percursos pedestres, espaços verdes, ginásios, piscinas, parques infantis e muito mais.</p>
<p>Com isso, idosos acima de 60 anos podem possuir vidas mais ativas ao fazer caminhadas pelo condomínio, sem precisar se expor tanto ao risco de contrair doenças.</p>
<h3><strong>Edificações sustentáveis</strong></h3>
<p>A sustentabilidade já é uma exigência para muitos, e os acontecimentos recentes impossibilitam o adiamento de medidas para reduzir os danos à natureza.</p>
<p>Para o mercado imobiliário em 2022, a sustentabilidade está em alta.</p>
<p>Isso significa que devem ser priorizados locais que utilizem energia limpa, reaproveitamento de águas pluviais e coleta seletiva.</p>
<p>Até as construções civis de um dos setores mais poluentes que existem apostam em passos nesse sentido, com projetos em cimento verde e outras soluções semelhantes.</p>
<p>Portanto, tem sido uma tendência a construção de edifícios feitos com materiais sustentáveis e essa propensão tende a se manter em 2022.</p>
<h3><strong>Imóveis com boa localização</strong></h3>
<p>Em termos de localização, é importante buscar bairros em expansão e observar fatores fundamentais como infraestrutura bem planejada, ruas bem pavimentadas e sinalizadas, calçadas, etc.</p>
<p>Além disso, deve-se observar se o local possui fácil acesso a locais frequentados pela família, como escolas e locais de trabalho.</p>
<p>Portanto, na hora de escolher uma área, é interessante verificar a fluidez do trânsito e o acesso rápido às principais vias, caso precise sair do bairro com frequência.</p>
<p>A localização é igualmente importante e precisa ser escolhida com cuidado para evitar decepções no futuro.</p>
<p>Desse modo, é preciso criar um paralelo entre a comunidade e a propriedade.</p>
<p>Vale ressaltar que o ideal é que você não precise escolher um ou outro, é importante ter cuidado e verificar se o imóvel está como o esperado e a localização está adequada.</p>
<p>Imóveis próximos a supermercados, feiras, hospitais, padarias etc, formam o conceito de walkability.</p>
<p>Esse modelo propõe-se como uma forma mais urbana e mais sustentável, com foco nas pessoas e na facilidade de caminhar em ambientes urbanos.</p>
<p>Incentiva igualmente as pessoas caminharem mais, se exercitarem mais e utilizarem menos veículos.</p>
<p>Seguindo a lógica: menos carros, menos trânsitos parados, menos poluição, mais sustentabilidade e qualidade de vida.</p>
<h3><strong>Imóveis a partir de 50m² com 2 ou 3 dormitórios para família </strong></h3>
<p>O fato de as pessoas passarem a maior parte do tempo isoladas em casa desperta um ponto há muito esquecido: o espaço em casa.</p>
<p>Por exemplo, quem administra ou precisa trabalhar em um sistema de home office certamente sente a necessidade de mais espaço para acomodar um escritório de qualidade.</p>
<p>Por isso, quem procura um imóvel deve optar por uma localização maior para dotar sua casa de uma infraestrutura mais adequada.</p>
<p>Independentemente de os escritórios domésticos continuarem ou não existindo pós-pandemia, haverá interesse em possuir um imóvel que possa expandir suas capacidades.</p>
<p>Para se ter uma ideia, segundo pesquisa realizada pela plataforma digital brasileira de aluguel de imóveis, as buscas por imóveis de dois quartos e apartamentos de três e quatro quartos aumentaram 40%.</p>
<p>Por outro lado, a demanda de espaço para apenas um quarto diminuiu, justamente pela falta de espaços mais confortáveis ​​e estruturas de trabalho adequadas.</p>
<p>À medida que o distanciamento social aumenta, as pessoas descobrem uma nova forma de escolher o imóvel dos seus sonhos: um lugar confortável para visitar e comprar online sem burocracia.</p>
<p>Se várias visitas ao imóvel, ida a cartório, autorização do fiador, etc. foram exigidas anteriormente.</p>
<p>Hoje, tudo pode ser resolvido sem sair de casa.</p>
<p>Portanto, adaptar-se a essa tendência não é mais um diferencial, mas uma necessidade para todos que desejam prosperar nesse mercado competitivo.</p>
<h3><strong>Aumento de vendas online</strong></h3>
<p>Sabemos que o mundo está cada vez mais digital, e com o isolamento provocado pela Covid-19, isso se tornou ainda mais comum.</p>
<p>A partir de hoje, praticamente qualquer negociação, independentemente do setor, pode ser realizada inteiramente online, como a busca de um imóvel sem sair de casa.</p>
<p>Portanto, é crucial se adaptar à situação atual, pois o uso da tecnologia continuará forte mesmo após o término.</p>
<p>Investindo no crescimento das vendas na era digital, a preparação da equipe, bem como o espaço físico e os sistemas foram repensados ​​e aprimorados para oferecer um melhor atendimento.</p>
<p>A era da informação digital se intensificou e é uma das tendências do mercado imobiliário, pois o uso de ferramentas online se consolida como facilitador das transações para chegar aos clientes.</p>
<p>Tendências no mercado imobiliário, é possível utilizar a inteligência artificial presente nos buscadores para buscar imóveis e descobri-los por meio de vídeos e fotos.</p>
<p>Por exemplo, Decoração Virtual, uma experiência que proporciona um passeio de 360 ​​graus por todos os ambientes que compõem a tipologia oferecida.</p>
<p>Além disso, a implementação de documentos assinados e contratos digitais facilita as negociações sem burocracia, aumentando a velocidade.</p>
<h3><strong>Propriedades mais conectadas</strong></h3>
<p>As propriedades de automação estão em toda parte hoje em dia, incluindo fechaduras, o que torna o uso de chaves um tanto obsoleto.</p>
<p>Hoje, com as impressões digitais para desbloquear, o problema de esquecer a chave não existirá mais.</p>
<p>A automação se tornou um diferencial na hora de vender ou comprar um imóvel. Commodities que trazem tecnologia se tornam mais valiosas.</p>
<p>A automação residencial ainda melhora muito a segurança do site. Por isso, quando o assunto é automação, o uso de alarmes, travas, câmeras de segurança é um item essencial.</p>
<p>Atualmente, os moradores podem monitorar instantaneamente suas casas diretamente de seus telefones celulares.</p>
<p>Além disso, a economia aumenta à medida que os sistemas inteligentes consomem energia apenas quando necessário, por exemplo, ar condicionado, iluminação, aparelhos normalmente são ligados apenas quando necessário e desligados quando não estão em uso.</p>
<p>Outra diferença da automação é que ela é implementada para a saúde do usuário, pois não há necessidade de ativar manualmente interruptores ou dispositivos.</p>
<h3><strong>CONCLUSÃO</strong></h3>
<p>Como você pode ver, o mercado imobiliário em 2022 será muito movimentado e esta será uma ótima oportunidade de negócio para quem tem um olho afiado para o setor.</p>
<p>Com investimentos significativos e a perspectiva de sair da crise, esse pode ser o melhor momento para quem quer investir no crescimento e modernização de suas empresas.</p>
<p><em>Fonte: Suder</em></p>
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		<title>Home Office permanente e Escritório do futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[matrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2020 02:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio]]></category>
		<category><![CDATA[escritorio do futuro]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>40% das empresas não trabalhavam com home office e pretendem adotar o modelo em definitivo mesmo pós-pandemia Não é novidade que a volta à rotina de trabalho pós-quarentena será muito diferente do que se tinha antes da chegada da pandemia. O home office está sendo aplicado em boa parte das empresas e, em muitos casos,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>40% das empresas não trabalhavam com home office e pretendem adotar o modelo em definitivo mesmo pós-pandemia</h3>
<p>Não é novidade que a volta à rotina de trabalho pós-quarentena será muito diferente do que se tinha antes da chegada da pandemia. O home office está sendo aplicado em boa parte das empresas e, em muitos casos, tem funcionado bem.</p>
<p>Prova disso é que 40,2% das empresas não trabalhavam com a modalidade antes da crise e vão adotá-la de forma definitiva quando esse período passar, de acordo com um estudo apresentado pela Cushman&amp;Wakefield.</p>
<p>O estudo contou com a participação de 122 empresas de vários setores, localizadas em São Paulo e Rio de Janeiro, e entrevistou em sua maioria, presidentes, vice-presidentes e diretores que tomam a decisão sobre a implementação do home office.</p>
<p>A Cushman também mostra que 45% dos entrevistados vão reduzir o espaço físico pós-crise, sendo que 30% fará isso devido à experiência de sucesso com o home office implementado temporariamente durante a crise e outros 15% farão isso por causa dos efeitos econômicos gerados pela pandemia.</p>
<p>Entre as empresas que reduzirão seu espaço, 25,3% afirmam que o corte será de 10% a 30% do espaço e outras 16,2% dizem que podem cortar até 50%.</p>
<p>Para Jadson Mendes, Head de Pesquisas e Inteligência de Mercado da empresa de serviços imobiliários comerciais da Cushman &amp; Wakefield, o processo que vai acontecer pós-pandemia é o oposto do que o que vinha acontecendo até então.</p>
<p>“Nos últimos anos, um outro processo, de maior adensamento do espaço de escritório estava se desenvolvendo. O que chamamos de ‘open space’, quando acabaram as salas dos chefes, e mais pessoas ocupam o mesmo ambiente. Agora o mundo parou e todos estão perguntando como será o escritório do futuro, já que é certo que mudará”, afirma.</p>
<h3>Escritório do futuro</h3>
<p>Como resultado desse processo de mudança surge o “Six Feet”, um modelo do que seria esse novo ambiente de trabalho.</p>
<p>Mendes conta que a Cushman &amp; Wakefield está acompanhando cerca de 10 mil empresas na China em processo de abertura dos negócios depois do pico da pandemia. “Estamos analisando vários modelos de retomada dos negócios e isso gerou um manual de boas práticas que vai ajudar as empresas do Brasil também. Foi nesse contexto, que o modelo de ‘Six Feet’ , que na verdade é uma medida [equivalente a 1,8 metro], se destacou”, explica.</p>
<p>Na prática, o nome remete à distância entre as mesas dos funcionários que respeitando as recomendações das autoridades de saúde. “Esse modelo exige mais espaço físico. Isso significa que no caso de empresas que não vão aderir ao home office seria necessário um aumento do escritório para acomodar a mesma quantidade de pessoas sob uma nova divisão de espaço”, diz.</p>
<p>Segundo Mendes, no ambiente de trabalho hoje, o recomendado é que cada profissional tenha para si entre sete e oito metros quadrados de espaço. “Em coworkings essa medida cai para cerca de cinco metros quadrados, e em call centers, por exemplo, pode chegar a três metros quadrados e meio. O que comprova que muitas empresas terão que se adaptar com esse novo modelo que exige cerca de 11 metros quadrados por pessoa”, explica.</p>
<p>Esse modelo que Mendes apresenta deve ser implementado por meio de um processo de seis etapas: “Adaptar o edifício, instruir os colaboradores, controlar o acesso de maneira diferente (reconhecimento facial ou até liberar entrada), criar plano de distanciamento social dentro da empresa, reduzir os pontos de toque e intensificar a limpeza da empresa e comunicar-se com confiança”, explica.</p>
<p>Ele pondera que essa é uma alternativa em estudo, e não a única solução possível. O ideal, segundo ele, seria a mescla de escritórios, ou seja, as empresas adotam dois a três dias por semana o home office e implementam o six feet no restante. “Assim, as pessoas podem utilizar um mesmo espaço que foi reduzido e há uma otimização”, diz.</p>
<p>Ainda, as empresas podem adotar home office permanente para parte dos times e manter outros times presencialmente, o que também poderia balancear a equação.</p>
<p>“Mas há o risco de empresas aderirem ao home office e liberar espaço, mas outras empresas preferirem adotar modelos presenciais e precisarem de mais espaço e ocuparem esses escritórios vazios. E aí um modelo anula o outro em termos imobiliários”, pondera o especialista.</p>
<p>No entanto, se essa equação acima não funcionar de maneira equilibrada, as empresas que não implementarem o home office devem aumentar seus espaços físicos seguindo as recomendações de saúde. E é aí que uma série de dificuldades entram em jogo.</p>
<h3>Mais desafios</h3>
<p>Essa mudança no perfil dos escritórios inclui mais fatores na conta que as empresas devem fazer durante a crise: além das questões trabalhistas, precisarão rever a parte financeira e desenvolver estratégias sobre como se adaptar aos novos espaços.</p>
<p>“Se a empresa aderir ao home office de forma permanente, a redução de custos com aluguel do espaço pode ser uma vantagem. Mas, geralmente, esses contratos imobiliários corporativos são de longo prazo e, se a empresa quebrá-lo, paga multa. Então, a empresa não pode fazer essa mudança de uma hora para outra sem custo algum”, explica Mendes.</p>
<p>Além disso, esse modelo de escritório do futuro pode sair caro. “As adaptações podem custar. Os prédios novos podem contar com tecnologia, mas muitos terão que implementá-las. Principalmente, nesse começo de reabertura os custos serão altos: tem a limpeza, talvez novos espaços… tudo vai investimento”, diz.</p>
<p>Outro desafio é encontrar prédios com espaço. Hoje existem 76 prédios considerados classe A no centro de negócios da cidade de São Paulo, que inclui as regiões da Av. Paulista, Faria Lima, Itaim Bibi, Av. Juscelino Kubitschek e Vila Olímpia. Os dados são de um outro estudo da Cushman.</p>
<p>Com a vacância dos escritórios corporativos em São Paulo girando em torno de 16% atualmente, a restrição de oferta é grande. “Não tem espaço. E em áreas como o Itaim Bibi, a vacância é de 1%”, explica.</p>
<p>“Agora, o exercício: quais desses prédios conseguem receber inquilinos de dois mil metros quadrados de áreas contíguas, seja em um de dois mil ou duas de mil no mesmo prédio? Apenas quatro. Ou seja, essas empresas vão encontrar dificuldade em se posicionar em outro prédio por baixa vacância. Vai precisar negociar ou terá que mudar para localidades que não são as consideradas <em>prime</em>, que acaba sendo status para a empresa”, explica.</p>
<p>Justamente por isso, o mercado imobiliário corporativo não apresenta uma tendência de queda nos preços, nem maior vacância devido à crise. “Pelo contrário, o setor, que tem retomada em ciclos e mais lenta, ainda se levanta da crise de 2014 e 2015. Então, regiões ‘prime’ de SP, por exemplo, que já são caras, vão ficar ainda mais, porque o preço caiu muito logo depois de 2014 e 15 e está voltando agora cumprindo o ciclo”, diz.</p>
<p>Segundo dados da Cushman, o preço do aluguel na Av. Brigadeiro Faria Lima subiu 19,5% em abril de 2020 na comparação com abril 2019. Na Av. Paulista subiu 15,6% no mesmo mês deste ano comparado com abril de 2019.</p>
<p>“Mesmo na recessão, não podemos afirmar que os preços vão cair e as empresas que precisarem de espaço vão ter que investir. Tem pouco estoque entrando e os valores ficando mais altos. Por exemplo, neste ano a expectativa é de que 142 mil metros quadrados em novos prédios surjam em SP. Já foram construídos 12 mil metros quadrados desse total. Mas em 2019, por exemplo, o estoque foi de apenas 33 mil metros quadrados. Quando olhamos para 2013, chegou a 400 mil metros quadrados. São ciclos e o cenário diminui a vacância”, afirma o executivo.</p>
<p>Apesar das dificuldades, Mendes acredita que as mudanças que estão acontecendo são positivas. “Não temos como frear e todo mundo vai ter que se adaptar. Com certeza será desafiador, algumas empresas têm negócios que precisam da presença física, cada companhia vai lidar com os próprios fatores e cenários internos – para além da pandemia”, finaliza.</p>
<p><em>Fonte: Infomoney</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aspectos que devem mudar na casa após a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[matrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 21:23:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que muda no morar após a pandemia do coronavírus? Não é exagero dizer que nunca passamos tanto tempo dentro de nossas casas. Neste período descobrimos novas necessidades, cômodos subaproveitados, e ambientes que carecem de mais conforto. Em termos de arquitetura, o combo boa entrada de luz natural e ventilação cruzada passa a ser mais...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que muda no morar após a pandemia do coronavírus? Não é exagero dizer que nunca passamos tanto tempo dentro de nossas casas. Neste período descobrimos novas necessidades, cômodos subaproveitados, e ambientes que carecem de mais conforto. Em termos de arquitetura, o combo boa entrada de luz natural e ventilação cruzada passa a ser mais valorizado.</p>
<p><span id="more-5097"></span></p>
<p>Historicamente, estes momentos de crise mundial relacionados à saúde influenciam a arquitetura residencial. &#8220;Na Idade Média, por exemplo, a peste bubônica transformou os ambientes&#8221;, explica Sergio Lessa, coordenador de arquitetura do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Na época, as casas quase não possuiam entrada da luz do sol, já que as ruas eram becos bem estreitos. Logo após a disseminação da doença, o espaço público mudou para que as residências pudessem receber melhor iluminação natural.</p>
<p>Desta vez, as mudanças acontecem na maneira como vivemos o lar. Conversamos com especialistas que apontaram as novas demandas da casa pós-pandemia. Veja a seguir:</p>
<h3>1. Espaço de higienização</h3>
<p>&#8220;As questões sanitárias estão sendo meticulosamente revisadas nas residências. Algumas pessoas já tratavam os espaços externo e interno como ambientes distintos, retirando os sapatos antes de entrar em casa, lavando as mãos logo ao chegar da rua, entre outros hábitos. Neste momento, esses hábitos estão sendo incorporados de forma ainda mais acentuada e os espaços domésticos vão sendo adaptados. A tendência é que surjam nas residências espaços pensados especificamente para essa transição do dentro e fora de casa.&#8221; &#8211; Fernando Vidal, diretor do estúdio global de arquitetura Perkins and Will em São Paulo</p>
<h3>2. Projetar a partir das atividades</h3>
<p>&#8220;Já venho defendendo a ideia de que não devemos desenhar cômodos da casa, como quartos, sala ou cozinha. Acredito que faz mais sentido desenhar as atividades da casa, como trabalhar, comer, dormir, se divertir&#8230; Pensar a casa a partir das atividades, mais do que nunca, será revisto pelos arquitetos. Por exemplo, trabalhar pode ser feito em diferentes ambientes, como varanda ou quarto. Então, teremos mais flexibilidade, como painéis que deslizam, móveis com rodízio, iluminação flexível.&#8221; &#8211; Guto Requena, arquiteto e designer</p>
<h3>3. Delivery</h3>
<p>&#8220;Acredito que venha um novo dinamismo de entregas externas nas construções – o acesso do entregador no futuro, virá em um espaço &#8220;passa prato&#8221;. Uma logística de entrega externa será criada visando o menor contato.&#8221; &#8211; Patricia Martinez, arquiteta</p>
<h3>4. Horta em casa</h3>
<p>&#8220;Acredito que o cuidado com a alimentação entra como um ponto crucial neste momento pós-pandemia. As pessoas passarão a optar por ter pequenas hortas em suas casas e apartamentos a fim de cuidar cada vez mais da sua alimentação diária.&#8221; &#8211; Patricia Martinez, arquiteta</p>
<h3>5. Plantas dentro de casa</h3>
<p>&#8220;Uma pequena horta, cuidarmos de plantas variadas, flores, mexer na terra&#8230; Já existia o urban jungle, e já davamos valor ao alimento querendo saber a procedência do que consumíamos. Mas, agora, torna-se regra e também necessidade. Pois, vamos precisar cada vez mais do contato com a natureza e como o real/o táctil.&#8221; &#8211; Lili Tedde, trend forecaster</p>
<h3>6. Home office</h3>
<p>&#8220;A volta do uso constante do home office que exigirá um local adequado na casa com privacidade e bom sinal de internet. Este é um quesito que tem aumentando a demanda nos projetos já.&#8221; &#8211; Juliana Pippi, arquiteta</p>
<p>&#8220;Por isso, biombo, divisores, cortinas ou painéis dão mais privacidade para este ambiente. Assim como investir em lousa, quadro branco ou cortiça para dar suporte às atividades do escritório. E uma cadeira mais confortável.&#8221; &#8211; Guto Requena, arquiteto e designer</p>
<p>&#8220;Espaços físicos mais privativos, cadeiras com melhor ergonomia, apoiadores de braços e pés para permitir seguidas horas de trabalho, iluminação adequada e, claro, um background atrativo para as exposições audiovisuais, além da orquídea branca e da estante de livros real ou fake.&#8221; &#8211; Clotilde Perez, semioticista</p>
<h3>7. Vida ao ar livre</h3>
<p>&#8220;A casa como seu refúgio de lazer. Então, imóveis com varanda e boa entrada luz natural serão ainda mais valorizados. Acredito que as pessoas estão muito mais sensíveis ao uso de cada cantinho da casa. E a conexão com a área externa é cada vez mais a prioridade por proporcionar lazer para a família.&#8221; &#8211; Juliana Pippi, arquiteta</p>
<p>&#8220;Vai mudar a relação da casa com o jardim. Os ambientes terão mais iluminação natural e serão mais ventilados. A combinação reduz o uso do ar-condicionado e melhora da qualidade do ar: bom para a saúde! Os ambientes serão mais integrados com a área externa. E o jardim ganha status de espaço para as família curtir. Com redário, fogo de chão e pergolados.&#8221; &#8211; Catê Poli, paisagista</p>
<h3>8. Revestimentos</h3>
<p>&#8220;A casa tem abraçado a gente. Materiais que são mais confortáveis ganham destaque: algodão, linho, mantas. Os tecidos e as tramas nos remetem ao aconchego, deixam a casa com carinha de lar.&#8221; &#8211; Juliana Pippi, arquiteta</p>
<p>&#8220;Há tempos que nos nossos livros de tendências explicamos que quanto mais virtuais nos tornarmos, mais iremos buscar a experiência sensitiva. A textura, em forma de tecidos em alto relevo como jacquard, as fibras naturais, a cerâmica, todas com relevos nos trazem de volta à realidade e proporciona conforto. Já os revestimentos em áreas como banheiro e cozinha, terão que ser de fácil limpeza. Mas não descarto tapetes e tecidos com muita textura e que tragam o conforto de se sentir protegido e abraçado.&#8221; &#8211; Lili Tedde, trend forecaster</p>
<p>&#8220;Mesmo antes da pandemia e da quarentena, materiais e revestimentos de difícil limpeza e manutenção já estavam sendo questionados. Refletir sobre a assepsia dos materiais no projeto residencial agora é pré-requisito, não só por praticidade ou custo, mas por questão de saúde.&#8221; &#8211; Fernando Vidal, diretor do estúdio global de arquitetura Perkins and Will em São Paulo</p>
<h3>9. Limpeza</h3>
<p>&#8220;Vamos querer equipamentos de limpeza mais eficientes e que facilitem a faxina. Vejo uma grande oportunidade para que essa indústria nos ofereça máquinas bonitas e com excelentes performances.&#8221; &#8211; Lili Tedde, trend forecaster</p>
<p>&#8220;Acredito que os equipamentos de limpeza residencial apostarão em tecnologias como lâmpadas UV que matam vírus e germes e já são utilizados em limpeza hospitalar. Assim como passaremos a valorizar mais móveis suspensos e fáceis de limpar.&#8221; Sergio Lessa, coordenador de arquitetura do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.</p>
<h3>10. Cantinho para relaxar</h3>
<p>&#8220;Buscaremos nos acalmar das formas mais alternativas possíveis. Portanto, teremos que reservar um espaço para ser o nosso santuário. Onde poderemos encontrar o silêncio. O banheiro pode ser o nosso spa, com acabamentos mais escuros, para deixarmos a mente acalmar. Teremos menos objetos, acumularemos menos, porém, os objetos que acumularmos terão um valor maior.&#8221; &#8211; Lili Tedde, trend forecaster</p>
<h3>11. Consumo consciente e redução da produção de lixo</h3>
<p>&#8220;As pessoas pensarão mais para comprar, consumir e descartar o seu resíduo. O consumo desenfreado tende a cair. As pessoas passarão a comprar mais em função da necessidade. Assim como estão mudanças no estilo de vida serão realizadas para reduzir o impacto no meio ambiente.&#8221; &#8211; Marcus Nakagawa, professor e coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental</p>
<p><em>Fonte: Casa Vogue</em></p>
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		<title>PandeBuilding: O Edifício da era Pós-Covid19</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 20:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[edificios]]></category>
		<category><![CDATA[imoveis]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa Inédita revela hábitos e comportamentos evidenciados durante a pandemia em relação ao estilo de vida e os impactos dessas mudanças nos imóveis</p>
<p><span id="more-5089"></span></p>
<p>A Molegolar, numa iniciativa inédita, reuniu a Urban Systems e outras duas empresas de Inteligência de Mercado para realizarem juntas uma sondagem que visa entender e comparar hábitos de consumo antes e durante a pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) no Brasil. O objetivo da pesquisa, divulgada por meio de uma live no último dia 29 de maio é para sondar as mudanças e tendências do cenário pós-pandemia, trazendo dados que irão ajudar as incorporadoras e investidores a adequar seus lançamentos, imóveis e empreendimentos à nova realidade da “era pós-pandemia”.</p>
<p>O evento foi transmitido ao vivo no canal do Youtube da Climb* e contou com as presenças de: Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems; Cristiano Rabelo, CEO do Grupo Prospecta; Fábio Araújo, CEO da Brain com a moderação de Saulo Suassuna, CEO e fundador da Molegolar.</p>
<p>Os resultados da pesquisa que ouviu cerca de 700 pessoas de 11 estados brasileiros, confirma projeções feitas por especialistas do mercado imobiliário durante os últimos meses. O próximo passo será aprofundar ainda mais a pesquisa, focando nos detalhes expostos, para que os investimentos no mercado tenham ainda mais solidez e embasamento.</p>
<h3>Principais mudanças</h3>
<p>Entre as variáveis que causaram impacto imediato na vida das pessoas, se destacam as mudanças no trabalho, lembrado por 61% dos entrevistados, seguido das finanças citadas por outros 58%. Além disso, os entrevistados também destacaram mudanças significativas nos padrões de consumo, lazer, saúde física, viagem, tecnologia, segurança e moradia.</p>
<p>Em relação à saúde a pesquisa demonstrou que a maioria dos entrevistados continuam se exercitando em casa ou no condomínio, o que demonstra que esse tipo de atividade deverá mudar após a pandemia .</p>
<p>Para o CEO da Urban Systems, Thomaz Assumpção, é importante entender que a pandemia veio para mudar definitivamente o comportamento das pessoas. “Vamos analisar melhor o que é necessário e o que é desejável. O espaço onde vivemos foi muito mais valorizado pelo fato de termos que ficar em casa por tanto tempo. Essa nova formatação de uso do espaço, vai dar impulso para as arquiteturas e projetos acomodarem de forma eficaz, todos esses anseios, o que inclui os exercícios. Ninguém vai deixar de ir à academia, mas não na mesma frequência que iria anteriormente. Vamos encontrar o melhor lugar para os nossos exercícios dentro ou próximo de casa. A mudança vem para ficar”, comentou.</p>
<h3>Lazer</h3>
<p>Em relação ao lazer, 89% dos entrevistados revela que, antes da chegada do coronavírus, tinham o hábito de viajar regularmente. Já após o período da pandemia, cerca de 67% pretendem voltar a viajar a partir de 2021, dos quais 36% já no primeiro semestre, 20% no segundo semestre e outros 11% somente em 2022. Questionados sobre as possíveis mudanças para hábitos de lazer após a pandemia, muitos entrevistados continuarão a evitar aglomerações. Além disso, grande parte menciona a intenção de evitar espaços fechados, a fim de priorizar eventos sociais em casa e ao ar livre.</p>
<p>“A crise que estamos vivendo deverá deixar um legado mais forte e significativo, principalmente no que se refere a ficar mais em casa e nos espaços comuns. Se considerarmos que o Brasil é um país com diversos países dentro dele, os produtos imobiliários deverão seguir a tendência de regionalização, percepção situacional regional que irá demandar diversidade de produtos ofertados”, completou Thomaz.</p>
<h3>Dentro de casa</h3>
<p>Questionados sobre a possibilidade de mudanças na moradia atual, metade dos entrevistados não pretende alterar nada em sua residência, corroborando com a satisfação pelo imóvel.</p>
<p>Aqueles que desejam alterar algo, pretendem realizar reformas. As reformas envolvem melhoria de infraestrutura da casa para melhor conforto para o trabalho, melhoria em ambientes internos e na área externa. Pensando em pequenas alterações, as principais são decoração, pequenos reparos, pintura e destinar cômodos para home office. Além disso, os entrevistados passaram a comprar mais online, utilizar aplicativos de compra e adquirir eletrodomésticos que facilitem o dia a dia.</p>
<p><em>Fonte: Urban Systems</em></p>
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