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	<title>Matrone Imóveis e Seguros</title>
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	<description>Assessoria em Imóveis e Seguros em Santo Andre</description>
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	<title>Matrone Imóveis e Seguros</title>
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		<title>Como se planejar para um financiamento imobiliário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[matrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 18:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financiamento de Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento imobiliario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer saber como se planejar financeiramente para fazer um financiamento imobiliário? Comprar uma casa ou apartamento exige um planejamento de diversas áreas da vida e dos recursos financeiros para crédito imobiliário. Um comprador precisa avaliar os seus objetivos e necessidades futuras se a finalidade da compra for a moradia. Ele precisa também ter uma renda...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Quer saber como se planejar financeiramente para fazer um financiamento imobiliário?</h1>
<p>Comprar uma casa ou apartamento exige um planejamento de diversas áreas da vida e dos recursos financeiros para crédito imobiliário. Um comprador precisa avaliar os seus objetivos e necessidades futuras se a finalidade da compra for a moradia. Ele precisa também ter uma renda mínima para financiamento imobiliário, já que as instituições financeiras exigem os comprovantes de rendimentos.</p>
<p>A realização de um financiamento depende de diversas variáveis que devem ser compreendidas pelos futuros proprietários de imóveis. Uma delas é o preço da unidade imobiliária que será adquirida e que servirá de base para os cálculos e simulações do valor das prestações.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10171" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Como-se-planejar-para-um-financiamento-imobiliario.jpg" alt="Como se planejar para um financiamento imobiliário" width="730" height="530" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Como-se-planejar-para-um-financiamento-imobiliario.jpg 730w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Como-se-planejar-para-um-financiamento-imobiliario-300x218.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/11/Como-se-planejar-para-um-financiamento-imobiliario-150x109.jpg 150w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></p>
<h2>Qual a renda mínima para o financiamento imobiliário?</h2>
<p>A renda mínima para obter aprovação no financiamento imobiliário vai depender do preço do imóvel e da modalidade de crédito escolhida pelo interessado. As empresas que financiam as unidades imobiliárias costumam ter esses valores definidos durante as negociações, após a seleção do tipo de taxa a ser aplicada, o valor da propriedade e o total que será financiado.</p>
<p>Algumas instituições bancárias que oferecem financiamentos podem exigir que o potencial comprador tenha uma quantia que corresponda entre 10% e 30% do preço do imóvel. Então, se você pretende comprar uma propriedade que custe em torno de R$ 450 mil, o banco poderá exigir o pagamento de até R$ 150 mil de entrada. Existem empresas que não apresentam essa exigência.</p>
<h2>Como se preparar financeiramente para um financiamento?</h2>
<p>Caso você esteja interessado em fazer um parcelamento para financiar a casa própria, saiba que é importante se preparar financeiramente para quitar as prestações. Afinal, o valor do imóvel será parcelado para ser quitado no prazo máximo de 35 anos e durante esse período será necessário manter os pagamentos em dia. Observe abaixo algumas dicas interessantes!</p>
<h2>Fazer uma simulação</h2>
<p>Acesse o site da empresa que oferece o financiamento e faça uma simulação para entender as condições de pagamento e o valor máximo a ser financiado. É fácil utilizar o simulador, já que as informações serão fornecidas pelo próprio usuário. Preencha os dados solicitados informando o tipo do produto, taxa para a correção das parcelas e preço do imóvel.</p>
<p>Insira os seus dados pessoais para conseguir ter acesso ao resultado e aos detalhes do financiamento. O simulador vai revelar o preço das prestações mensais, o sistema de amortização utilizado e o prazo para a quitação do contrato. Se a instituição exigir entrada, a ferramenta apontará o valor e você saberá quais rendimentos mínimos deverá ter.</p>
<h2>Não gastar menos de 30% de sua renda mensal</h2>
<p>Para conseguir pagar as prestações de um financiamento, comece a economizar 30% dos seus rendimentos mensais, pois esse é o valor máximo que a empresa financeira poderá exigir para a quitação das prestações do imóvel. Esse montante será comprometido durante a negociação e você já estará preparado para disponibilizá-lo mensalmente, ainda que não tenha a quantia ideal para dar uma entrada.</p>
<h2>Planejar gastos</h2>
<p>O planejamento dos gastos é indispensável para qualquer pessoa que tenha decidido optar por um financiamento imobiliário. Defina uma média do preço que você pretende pagar para ter o próprio imóvel e se terá uma quantia para dar como entrada. Depois, organize os seus gastos e decida poupar dinheiro todos os meses para alcançar o seu objetivo.</p>
<p>Construa uma planilha e comece a anotar todas as despesas mensais com água, energia elétrica, internet, prestações do carro, plano de saúde, faculdade etc. Não se esqueça de incluir os gastos diários com transporte ou alimentação. Dessa maneira, você terá mais consciência dos custos pessoais e dos valores que poderão ser economizados com o orçamento familiar.</p>
<h2>Estabelecer metas</h2>
<p>Estabeleça metas objetivas e claras para conseguir preparar a sua família para a compra do imóvel. Os objetivos devem ser bem definidos para que todos os integrantes do grupo compreendam que é possível alcançar essa vitória. Inclua-os em seu planejamento financeiro para compreender os gastos decorrentes de uma assessoria ou projeto profissional.</p>
<h2>Auxílio de profissionais especializados</h2>
<p>Uma empresa de consultoria imobiliária fornece suporte personalizado para os seus clientes sem efetuar cobranças adicionais. Os profissionais que realizam o atendimento poderão orientar o comprador para que entenda o seu poder de compra e faça simulações que estejam de acordo com o seu orçamento. Eles ajudam a definir as melhores taxas de juros e outros detalhes relevantes.</p>
<h2>Melhor proposta</h2>
<p>Empresas de consultoria em financiamento imobiliário auxiliam os seus clientes a encontrar a melhor proposta para a aquisição do imóvel próprio. Elas identificam os prazos para pagamento das parcelas, os seguros obrigatórios e as vantagens que o cliente obterá com o negócio. Além disso, ajuda o comprador a selecionar a linha de crédito mais benéfica para o seu orçamento.</p>
<h2>Análise de crédito</h2>
<p>Os consultores realizam uma análise de crédito para o potencial comprador e facilitam a compra do imóvel. Eles acompanham toda a operação, verificam os documentos, preenchem formulários e levam o contrato para registro em cartório. Um time bem preparado pode fazer uma pesquisa detalhada que servirá como base para a realização do negócio.</p>
<h2>Esclarecimento de dúvidas</h2>
<p>Um consultor especializado é essencial para tirar as dúvidas sobre o instrumento contratual e compreender todos os termos inseridos nesse documento. Desse modo, você não precisará procurar um advogado e pagar honorários para entender as condições do contrato e solicitar os ajustes necessários. A empresa de consultoria oferece esse serviço sem custo.</p>
<p>Agora você já sabe qual é a renda mínima para o financiamento imobiliário e como se preparar para ser aprovado! Essa opção é muito interessante para adquirir imóveis e pagar de forma parcelada a longo prazo.</p>
<p>Conte com a <strong>ajuda e consultoria da Matrone Imóveis</strong> para fazer o seu planejamento financeiro!</p>
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		<title>Tendência do mercado imobiliário para 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[matrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 19:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[imoveis]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência do mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[tendencias imobiliarias]]></category>
		<category><![CDATA[tendencias mercado imobiliario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com a eleição e a inflação, o mercado imobiliário deve continuar crescendo em 2022, de acordo com as expectativas de especialistas. Mesmo com as decisões dos consumidores sendo influenciadas pela situação econômica volátil, com a expectativa da taxa Selic de 11,75% até o final de 2022, o mercado imobiliário tende a crescer cada vez...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo com a eleição e a inflação, o mercado imobiliário deve continuar crescendo em 2022, de acordo com as expectativas de especialistas.</p>
<p>Mesmo com as decisões dos consumidores sendo influenciadas pela situação econômica volátil, com a expectativa da taxa Selic de 11,75% até o final de 2022, o mercado imobiliário tende a crescer cada vez mais.</p>
<p>No entanto, apesar dos diversos entraves no mercado com a alta inflação, neste artigo separamos as tendências para 2022.</p>
<p>Tendências que se intensificaram com o distanciamento social, como valorização do espaço e do conforto, maior uso de tecnologia em casa e foco na sustentabilidade continuam importantes para 2022.</p>
<p>Uma delas é a diferença em ter uma extensão de imóvel ou que seja, no mínimo, bem dividida, com espaço para descanso, atividade física, trabalho, alimentação e sono.</p>
<p>Ter uma varanda, ou melhor ainda uma cobertura/terraço, continua sendo um diferencial procurado por muitos compradores.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-6311 aligncenter" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/02/tendencia-mercado-imbiliario-2022-matrone-imoveis.jpg" alt="tendencia mercado imobiliario 2022 matrone imoveis" width="800" height="490" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/02/tendencia-mercado-imbiliario-2022-matrone-imoveis.jpg 800w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/02/tendencia-mercado-imbiliario-2022-matrone-imoveis-300x184.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/02/tendencia-mercado-imbiliario-2022-matrone-imoveis-768x470.jpg 768w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2022/02/tendencia-mercado-imbiliario-2022-matrone-imoveis-150x92.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h3>Imóveis com ambiente de home office</h3>
<p>Não há dúvidas de que o home office continua sendo uma das tendências do mercado imobiliário em 2022, e mantém pelo menos parcialmente essa tendência.</p>
<p>Os benefícios são enormes, incluindo economia de tempo, recursos e melhoria da qualidade de vida.</p>
<p>Por isso, arquitetos e as maiores construtoras têm levado em conta essa nova realidade em seus projetos, criando ambientes de trabalho específicos com móveis próprios, insonorização e outros diferenciais.</p>
<h3><strong>Mercado de alto padrão aquecido</strong></h3>
<p>Diante da alta da Selic e da incerteza na economia mundial, 2022 será negativo para quem busca investir em imóveis? Não exatamente.</p>
<p>Além de ser um segmento que oferece mais segurança e estabilidade diante de uma crise, tempos conturbados muitas vezes escondem boas oportunidades de negócios.</p>
<p>E é o caso dos <a href="https://matrone.com.br/boom-do-mercado-de-imoveis-de-alto-padrao/">imóveis de alto padrão</a>, pois a perspectiva é positiva nesse setor, com grandes empresas de construção trabalhando em vários projetos que precisam ser capitalizados e lucrados.</p>
<p>Como se isso não bastasse, muitos proprietários buscam vender e podem aceitar uma oferta sólida, embora com desconto ou um pouco abaixo do preço de mercado.</p>
<h3><strong>Alta demanda por áreas de lazer</strong></h3>
<p>Durante a pandemia, com a necessidade de distanciamento e isolamento social, as pessoas têm exigências diferentes de onde morar.</p>
<p>Logicamente, isso deve afetar o mercado imobiliário em 2022, levando à construção e valorização de imóveis que incluam áreas de lazer disponíveis.</p>
<p>De fato, estamos vendo um aumento de empreendimentos residenciais que oferecem estruturas de trabalho dentro de seu próprio ambiente interno, conhecido como coworking.</p>
<p>Além disso, tanto os compradores como os inquilinos aspiram a campos desportivos polivalentes, percursos pedestres, espaços verdes, ginásios, piscinas, parques infantis e muito mais.</p>
<p>Com isso, idosos acima de 60 anos podem possuir vidas mais ativas ao fazer caminhadas pelo condomínio, sem precisar se expor tanto ao risco de contrair doenças.</p>
<h3><strong>Edificações sustentáveis</strong></h3>
<p>A sustentabilidade já é uma exigência para muitos, e os acontecimentos recentes impossibilitam o adiamento de medidas para reduzir os danos à natureza.</p>
<p>Para o mercado imobiliário em 2022, a sustentabilidade está em alta.</p>
<p>Isso significa que devem ser priorizados locais que utilizem energia limpa, reaproveitamento de águas pluviais e coleta seletiva.</p>
<p>Até as construções civis de um dos setores mais poluentes que existem apostam em passos nesse sentido, com projetos em cimento verde e outras soluções semelhantes.</p>
<p>Portanto, tem sido uma tendência a construção de edifícios feitos com materiais sustentáveis e essa propensão tende a se manter em 2022.</p>
<h3><strong>Imóveis com boa localização</strong></h3>
<p>Em termos de localização, é importante buscar bairros em expansão e observar fatores fundamentais como infraestrutura bem planejada, ruas bem pavimentadas e sinalizadas, calçadas, etc.</p>
<p>Além disso, deve-se observar se o local possui fácil acesso a locais frequentados pela família, como escolas e locais de trabalho.</p>
<p>Portanto, na hora de escolher uma área, é interessante verificar a fluidez do trânsito e o acesso rápido às principais vias, caso precise sair do bairro com frequência.</p>
<p>A localização é igualmente importante e precisa ser escolhida com cuidado para evitar decepções no futuro.</p>
<p>Desse modo, é preciso criar um paralelo entre a comunidade e a propriedade.</p>
<p>Vale ressaltar que o ideal é que você não precise escolher um ou outro, é importante ter cuidado e verificar se o imóvel está como o esperado e a localização está adequada.</p>
<p>Imóveis próximos a supermercados, feiras, hospitais, padarias etc, formam o conceito de walkability.</p>
<p>Esse modelo propõe-se como uma forma mais urbana e mais sustentável, com foco nas pessoas e na facilidade de caminhar em ambientes urbanos.</p>
<p>Incentiva igualmente as pessoas caminharem mais, se exercitarem mais e utilizarem menos veículos.</p>
<p>Seguindo a lógica: menos carros, menos trânsitos parados, menos poluição, mais sustentabilidade e qualidade de vida.</p>
<h3><strong>Imóveis a partir de 50m² com 2 ou 3 dormitórios para família </strong></h3>
<p>O fato de as pessoas passarem a maior parte do tempo isoladas em casa desperta um ponto há muito esquecido: o espaço em casa.</p>
<p>Por exemplo, quem administra ou precisa trabalhar em um sistema de home office certamente sente a necessidade de mais espaço para acomodar um escritório de qualidade.</p>
<p>Por isso, quem procura um imóvel deve optar por uma localização maior para dotar sua casa de uma infraestrutura mais adequada.</p>
<p>Independentemente de os escritórios domésticos continuarem ou não existindo pós-pandemia, haverá interesse em possuir um imóvel que possa expandir suas capacidades.</p>
<p>Para se ter uma ideia, segundo pesquisa realizada pela plataforma digital brasileira de aluguel de imóveis, as buscas por imóveis de dois quartos e apartamentos de três e quatro quartos aumentaram 40%.</p>
<p>Por outro lado, a demanda de espaço para apenas um quarto diminuiu, justamente pela falta de espaços mais confortáveis ​​e estruturas de trabalho adequadas.</p>
<p>À medida que o distanciamento social aumenta, as pessoas descobrem uma nova forma de escolher o imóvel dos seus sonhos: um lugar confortável para visitar e comprar online sem burocracia.</p>
<p>Se várias visitas ao imóvel, ida a cartório, autorização do fiador, etc. foram exigidas anteriormente.</p>
<p>Hoje, tudo pode ser resolvido sem sair de casa.</p>
<p>Portanto, adaptar-se a essa tendência não é mais um diferencial, mas uma necessidade para todos que desejam prosperar nesse mercado competitivo.</p>
<h3><strong>Aumento de vendas online</strong></h3>
<p>Sabemos que o mundo está cada vez mais digital, e com o isolamento provocado pela Covid-19, isso se tornou ainda mais comum.</p>
<p>A partir de hoje, praticamente qualquer negociação, independentemente do setor, pode ser realizada inteiramente online, como a busca de um imóvel sem sair de casa.</p>
<p>Portanto, é crucial se adaptar à situação atual, pois o uso da tecnologia continuará forte mesmo após o término.</p>
<p>Investindo no crescimento das vendas na era digital, a preparação da equipe, bem como o espaço físico e os sistemas foram repensados ​​e aprimorados para oferecer um melhor atendimento.</p>
<p>A era da informação digital se intensificou e é uma das tendências do mercado imobiliário, pois o uso de ferramentas online se consolida como facilitador das transações para chegar aos clientes.</p>
<p>Tendências no mercado imobiliário, é possível utilizar a inteligência artificial presente nos buscadores para buscar imóveis e descobri-los por meio de vídeos e fotos.</p>
<p>Por exemplo, Decoração Virtual, uma experiência que proporciona um passeio de 360 ​​graus por todos os ambientes que compõem a tipologia oferecida.</p>
<p>Além disso, a implementação de documentos assinados e contratos digitais facilita as negociações sem burocracia, aumentando a velocidade.</p>
<h3><strong>Propriedades mais conectadas</strong></h3>
<p>As propriedades de automação estão em toda parte hoje em dia, incluindo fechaduras, o que torna o uso de chaves um tanto obsoleto.</p>
<p>Hoje, com as impressões digitais para desbloquear, o problema de esquecer a chave não existirá mais.</p>
<p>A automação se tornou um diferencial na hora de vender ou comprar um imóvel. Commodities que trazem tecnologia se tornam mais valiosas.</p>
<p>A automação residencial ainda melhora muito a segurança do site. Por isso, quando o assunto é automação, o uso de alarmes, travas, câmeras de segurança é um item essencial.</p>
<p>Atualmente, os moradores podem monitorar instantaneamente suas casas diretamente de seus telefones celulares.</p>
<p>Além disso, a economia aumenta à medida que os sistemas inteligentes consomem energia apenas quando necessário, por exemplo, ar condicionado, iluminação, aparelhos normalmente são ligados apenas quando necessário e desligados quando não estão em uso.</p>
<p>Outra diferença da automação é que ela é implementada para a saúde do usuário, pois não há necessidade de ativar manualmente interruptores ou dispositivos.</p>
<h3><strong>CONCLUSÃO</strong></h3>
<p>Como você pode ver, o mercado imobiliário em 2022 será muito movimentado e esta será uma ótima oportunidade de negócio para quem tem um olho afiado para o setor.</p>
<p>Com investimentos significativos e a perspectiva de sair da crise, esse pode ser o melhor momento para quem quer investir no crescimento e modernização de suas empresas.</p>
<p><em>Fonte: Suder</em></p>
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		<title>Mercado imobiliário de Sao Paulo encerra semestre com recordes de lançamentos e vendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[matrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2021 18:41:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[imoveis sao paulo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a Pesquisa do Secovi-SP, 2021 registrou os melhores seis meses da série histórica desde 2004 A Pesquisa do Mercado Imobiliário (PMI), realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, apurou em junho deste ano a comercialização de 6.837 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo. O resultado foi 16,2% superior...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a Pesquisa do Secovi-SP, 2021 registrou os melhores seis meses da série histórica desde 2004</p>
<p>A Pesquisa do Mercado Imobiliário (PMI), realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, apurou em junho deste ano a comercialização de 6.837 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo. O resultado foi 16,2% superior às vendas de maio (5.883 unidades) e ficou 129,1% acima das 2.984 unidades comercializadas em junho de 2020.</p>
<p>No mês, foram lançadas 6.940 unidades residenciais novas na Capital, volume 17,8% inferior ao apurado em maio (8.443 unidades) e 244,4% acima do total de junho de 2020 (2.015 unidades).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6148" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mercado-imobiliario-sao-paulo.jpg" alt="mercado imobiliario sao paulo" width="620" height="430" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mercado-imobiliario-sao-paulo.jpg 620w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mercado-imobiliario-sao-paulo-300x208.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mercado-imobiliario-sao-paulo-150x104.jpg 150w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p>O mercado encerrou o primeiro semestre do ano com recorde de unidades residenciais lançadas e vendidas na cidade de São Paulo.</p>
<p>De janeiro a junho, os lançamentos totalizaram 27.114 unidades, superando o recorde anterior do primeiro semestre de 2019, com o registro de 20.157 unidades lançadas. As vendas apresentaram resultados ainda melhores, com 29.935 unidades comercializadas, superando a última marca de 19.641 unidades negociadas também no semestre inicial de 2019.</p>
<p>Os números ficam mais significativos se considerarmos a média histórica dos registros dos primeiros semestres de 2004 a 2020, período em que a média de lançamentos ficou em 12 mil unidades e a de vendas chegou a aproximadamente 13 mil unidades.</p>
<p>No semestre, as vendas (29.935 unidades) superaram os lançamentos (27.114 unidades), demonstrando o aquecimento do mercado e a aderência do comprador às unidades ofertadas. Em números, o comportamento pode ser medido com o registro, em junho, de 45.446 unidades disponíveis para venda, volume que levaria 8,5 meses para escoar, considerando-se a média de comercialização dos últimos 12 meses (5.371 unidades).</p>
<p>É importante analisar que o mercado imobiliário vive um momento diferente. Até 2015, só era possível viabilizar empreendimentos que atendiam às demandas das classes média e alta, que correspondiam a aproximadamente 30 mil unidades por ano.</p>
<p>A partir de 2016, legislação municipal específica referente à produção habitacional dentro dos parâmetros do então programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), hoje Casa Verde Amarela (CVA), incentivou o lançamento de empreendimentos econômicos na Capital, mudando o patamar desse mercado e atendendo uma grande parcela população. Essa mudança legal permitiu a elevação do número de unidades lançadas de 30 mil para 60 mil unidades ao ano.</p>
<p>Apesar dos bons resultados, o momento é desafiador. O Brasil ainda sofre as consequências da pandemia de Covid-19, que ocasionou forte impacto na economia e na geração de empregos. O aumento da Selic também repercutirá no desempenho do mercado.</p>
<p>“Some-se a esses fatores o reajuste dos insumos da construção, que elevam a matriz de custos dos empreendimentos, mas que ainda não foram completamente repassados para o preço final dos imóveis, o que será inevitável caso não sejam resolvidos os gargalos”, diz o presidente do Secovi-SP, Basilio Jafet, acrescentando que entidades do setor vêm se mobilizando no sentido de evitar, inclusive, uma crise de desabastecimento em todo o País.</p>
<p>O aumento do INCC nos últimos 12 meses (julho de 2020 a junho de 2021) foi de 17,36%, a maior variação acumulada em 12 meses registrada desde outubro de 2003 (17,8%).</p>
<p>“Infelizmente, a faixa de mercado que será mais penalizada é a de imóveis econômicos, voltados para famílias com renda de até seis salários mínimos”, afirma o vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP, Emilio Kallas.</p>
<p>Destaques &#8211; Os imóveis de 2 dormitórios destacaram-se no mês de junho em quase todos os indicadores: vendas (3.852 unidades), oferta (26.431 unidades) e lançamentos (3.373 unidades).</p>
<p>Por faixa de preço, os apartamentos com valor de até R$ 240 mil lideraram com os melhores indicadores de vendas (3.363 unidades), oferta final (21.288 unidades) e lançamentos (2.931 unidades). Unidades na faixa de R$ 240 mil a R$ 500 registraram o maior índice de Venda sobre Oferta (14,5%) e os imóveis com preços acima de R$ 1,5 milhão obtiveram o maior Valor Global de Vendas (R$ 995,5 milhões) e o maior Valor Global de Oferta (R$ 7,6 bilhões).</p>
<p>Em junho, 3.426 unidades vendidas e 2.774 unidades lançadas foram enquadradas como econômicas (parâmetros do programa Casa Verde e Amarela). A oferta desse tipo de imóvel totalizou 22.567 unidades disponíveis para venda, com VSO de 13,2%</p>
<p>No segmento de mercado de médio e alto padrão, a pesquisa identificou 3.411 unidades vendidas, 4.166 unidades lançadas, oferta final de 22.879 unidades e VSO de 13,0%.</p>
<p><em>Fonte: Secovi-SP</em></p>
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		<title>Pesquisadores descartam bolha em mercado de imóveis</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 02:42:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento do mercado imobiliário brasileiro em 2020, período marcado pela queda na renda, pelo aumento no desemprego e pela crise econômica decorrente das medidas de controle da pandemia de Covid-19, reacende o debate quanto à existência de uma bolha de imóveis prestes a se romper. Para os pesquisadores que participaram nesta quarta (31) do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento do mercado imobiliário brasileiro em 2020, período marcado pela queda na renda, pelo aumento no desemprego e pela crise econômica decorrente das medidas de controle da pandemia de Covid-19, reacende o debate quanto à existência de uma bolha de imóveis prestes a se romper.</p>
<p>Para os pesquisadores que participaram nesta quarta (31) do seminário online “Há bolha no mercado imobiliário?” promovido pela Folha e pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da Fundação Getulio Vargas, a resposta curta é: não, não há traços de uma bolha no setor.</p>
<p>Debateram o assunto Ana Maria Castelo, pesquisadora do FGV Ibre, Alberto Ajzental, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, e Paulo Picchetti, professor do FGV Ibre. A mediação do encontro foi feita pelo repórter especial da Folha Fernando Canzian.</p>
<p><iframe title="Há bolha no mercado imobiliário? | Webinar FGV IBRE e Folha" width="828" height="466" src="https://www.youtube.com/embed/-SDUHg8PHVQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Formalmente, segundo Picchetti, a criação de uma bolha ocorre quando o crescimento do preço se descola do fluxo de renda que o ativo pode gerar. “A valorização [no preço dos imóveis] que vemos hoje vem sobre uma queda muito grande ocorrida a partir de 2014. O mercado ainda está recompondo os preços”, disse.</p>
<p>O ano de 2014 é lembrado como o fim de um ciclo de boom do mercado imobiliário, marcado depois por uma sequência de crises, juros elevados e regras mais rígidas para a concessão de crédito.</p>
<p>A sensação de que o mercado de imóveis “está bombando” ocorre muito devido à comparação com outros setores mais debilitados pela crise da pandemia. “Na Grande São Paulo, o crescimento não é tão grande como foi em 2013 ou 2014”, disse Ajzental.</p>
<p>Na avaliação dele, o fator mais importante para essa indústria no ano passado foi a redução de juros. Nos cálculos do pesquisador, cada ponto percentual de redução no custo efetivo total (o CET, que inclui juros e demais taxas) do financiamento imobiliário tem o potencial de incluir 1 milhão de famílias no crédito. De um custo de 13%, há cinco anos, hoje o mutuário contrata esse financiamento por 8%.</p>
<p>Para um imóvel de R$ 250 mil –faixa de preço mais comum no crédito–, para o qual o comprador empresta com o banco R$ 200 mil, a essa queda de juros reduz em R$ 90 mil a dívida total e em R$ 750 mensais a parcela.</p>
<p>Os juros menores aumentam o acesso às linhas de financiamento e também obrigam os investidores a buscarem outros ativos de renda fixa que superem a inflação. Enquanto o mercado formal de investimentos busca aplicações em fundos imobiliários, as famílias tendem a “comprar tijolo”, em busca da renda de aluguéis.</p>
<p>“Quem está por trás dessas compras? Não sabemos a proporção, mas é possível que também tenham sido famílias que tenham deslocado seus recursos, aplicando o dinheiro para alugar”, afirmou Ana Maria Castelo.</p>
<p>Para Picchetti, quem comprou pensando em alugar o imóvel ou como estratégia de diversificação de investimentos não vai perder dinheiro. “Em um momento de incerteza enorme com as contas do governo, os imóveis vão aparecer de novo como alternativa segura”.</p>
<p>“Quando a gente fala de retorno de locação, que é 0,3% a 0,5% ao mês, menos de 6% ao ano, não variou tanto. Na verdade, quando você tinha a Selic altíssima, o retorno de locação era um patinho feio, mas depois, quando a Selic cai para 2% e a poupança está dando 1,4% ao ano, mesmo que o retorno de locação não tenha variado, comparativamente ele ficou mais interessante como investimento de renda fixa”, disse Ajzental.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6039" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bolha-imobiliaria.jpg" alt="bolha imobiliaria" width="1141" height="770" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bolha-imobiliaria.jpg 1141w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bolha-imobiliaria-300x202.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bolha-imobiliaria-1024x691.jpg 1024w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bolha-imobiliaria-768x518.jpg 768w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bolha-imobiliaria-150x101.jpg 150w" sizes="(max-width: 1141px) 100vw, 1141px" /></p>
<h4>NOVOS RUMOS PARA O SEGMENTO COMERCIAL</h4>
<p>O mercado corporativo deve passar por mudanças decorrentes da adaptação de empresas e funcionários ao trabalho remoto, o home office. Isso não quer dizer, porém, que os grandes escritórios, as lajes corporativas, deixarão de existir.</p>
<p>Para Alberto Ajzental, ao fim da pandemia, as empresas voltarão a ocupar andares e prédios, mas com outro funcionamento. Esses espaços passarão a ser usados menos como locais de trabalho e mais como lugares de encontros, conversas e reuniões.</p>
<p>Além disso, o pesquisador diz que a laje corporativa tem um aspecto aspiracional: &#8220;as empresas querem estar em um AAA [os prédios triple A, no jargão do mercado para designar os melhores edifícios] na Faria Lima” (avenida na zona oeste de São Paulo que concentra empresas do setor financeiro).</p>
<p>A situação será mais dramática para os conjuntos comerciais, aqueles com duas salas e banheiro. “O profissional liberal de uma atividade que não precisa de equipamentos vai fazer as contas e descobrir que não tem porque alugar esse espaço”, afirmou Ajzental.</p>
<h4>FGV ESTUDA NOVO ÍNDICE PARA CORRIGIR ALUGUÉIS</h4>
<p>O professor do FGV Ibre Paulo Picchetti disse no seminário que a instituição está estudando um índice alternativo que possa substituir o IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado) nos contratos de locação.</p>
<p>Em 12 meses, o IGP-M, que é conhecido como a inflação dos aluguéis, registra variação de 31,1%, pressionado principalmente pelos preços de commodities negociadas em dólar.</p>
<p>Segundo Picchetti, a ideia é construir um índice que tenha relação com o mercado de aluguéis. “Estamos conversando com parceiros potenciais. O que a gente precisa são fontes de informação para construir um acordo de compartilhamento de dados para construir um índice que consiga refletir o mercado como um todo”, afirmou.</p>
<p>Ainda não há expectativa de quando esse novo índice começaria a ser apurado, mas o pesquisador disse que há pressa em criar um mecanismo mais próximo da realidade do mercado.</p>
<p><em>Fonte: Folha de SP</em></p>
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		<title>Tendências do mercado imobiliário para 2021</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 13:35:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado imobiliário sofreu mudanças significativas com a pandemia do coronavírus, desde a transformação das necessidades das famílias até as transformações tecnológicas que ajudaram o setor a obter maior agilidade e controle para cumprir prazos, reduzir custos e melhorar resultados. Agora, sobre 2021, Cassia Castro, sócia da Eixo Inteligência Imobiliária, acredita que será um ano...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário sofreu mudanças significativas com a pandemia do coronavírus, desde a transformação das necessidades das famílias até as transformações tecnológicas que ajudaram o setor a obter maior agilidade e controle para cumprir prazos, reduzir custos e melhorar resultados. Agora, sobre 2021, Cassia Castro, sócia da Eixo Inteligência Imobiliária, acredita que será um ano positivo, mas desafiador, e dita dez movimentos importantes. Confira!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5992 size-full" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/02/tendencias-mercado-imobiliario.jpg" alt="tendencias mercado imobiliario" width="611" height="291" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/02/tendencias-mercado-imobiliario.jpg 611w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/02/tendencias-mercado-imobiliario-300x143.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/02/tendencias-mercado-imobiliario-150x71.jpg 150w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /></p>
<p>“O desemprego elevado e as projeções menores para o crescimento da economia têm preocupado algumas entidades do mercado imobiliário. O setor que mais emprega pessoas está sendo acompanhado de perto para provar que o biênio 2021 e 2022 será de considerável crescimento para a construção civil”, afirma Cassia.</p>
<p>Ela ressalta ainda que os incorporadores já se anteciparam à tendência positiva e têm se mostrado otimistas, aumentando suas metas de lançamentos e investindo em tecnologias para ajudá-los a conter a alta de preços de insumos da construção civil, tais como:</p>
<ul>
<li>Obras melhores controladas por meio de modelagens como o Building Information Modeling (BIM);</li>
<li>Utilização de drones e robotização para diminuir erros e automatizar processos;</li>
<li>Projetos sustentáveis que utilizem energias limpas e renováveis.</li>
</ul>
<p>Dez expectativas do ramo, segundo Cassia Castro, sócia da Eixo Inteligência Imobiliária:</p>
<p>1. Com o mercado em alta, mais agressivo e líquido, a permuta deixou de ser a queridinha das incorporadoras, que preferem pagar em dinheiro pelos terrenos, pois acreditam na valorização futura dos imóveis.</p>
<p>2. As garantias também estão com os preços elevados – todos os envolvidos em seguros e garantias imobiliárias aumentaram taxas para recompor perdas/indenizações passadas. A alta das garantias pode afetar a rentabilidade de um projeto imobiliário em até cinco pontos percentuais.</p>
<p>3. Investidores menores têm procurado incorporadoras de pequeno e médio porte, operando diretamente em projetos.</p>
<p>4. A alta do Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) e Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) tem levantado a</p>
<p>discussão a respeito da inadequação dos índices de correção nas negociações. Para evitar uma crise generalizada, os contratos passam a contar com uma cláusula que substitui o índice de reajuste de maneira a favorecer o equilíbrio do negócio, ou seja, a adoção de uma taxa pré-fixada.</p>
<p>5. O metro quadrado subiu quase 40% em algumas regiões. Um imóvel localizado nos bairros mais nobres de São Paulo que antes era negociado a R$ 13 mil, hoje custa R$ 18 mil por m².</p>
<p>6. Pinheiros, Perdizes, Jardins, Moema e Vila Mariana continuam sendo os queridinhos das incorporadoras. Muitos lançamentos acontecerão nos próximos meses.</p>
<p>7. Estúdios de 30 m² começam a entrar em crise. Com a consolidação do home office e o desinteresse por morar próximo ao trabalho, as novas famílias estão investindo em imóveis maiores – aumenta a procura por apartamentos de 60 m² a 120 m².</p>
<p>8. As incorporadoras estão perdendo o interesse por terrenos de 800 m² em relação às áreas que possam abrigar produtos mais imponentes, de dois a quatro mil m².</p>
<p>9. A cada dez projetos negociados, cinco são de alto e altíssimo padrão. Incorporadoras valorizam a unidade familiar e investem em altas metragens e inovação arquitetônica.</p>
<p>10. Os condomínios de casas também estão aquecidos, inclusive residências dedicadas à população na terceira idade que busca por segurança, apoio e mais qualidade de vida.</p>
<p>“Todo esse cenário foi catalisado por uma excessiva oferta de crédito imobiliário jamais vista na história brasileira, com taxas de juros baixíssimas. A cadeia produtiva de maneira geral se beneficiou, pois incorporadores compraram mais terrenos, lançaram mais empreendimentos, construtores aceleraram suas obras e as imobiliárias alcançaram patamares de vendas de imóveis de épocas áureas”, conclui Cassia.</p>
<p><em><strong>Fonte:</strong> Estadão </em></p>
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		<title>Novidades no Carnê IPTU 2021 Santo André</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2021 03:25:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[IPTU 2021]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para economizar recursos e evitar desperdício de papel, o carnê do IPTU 2021 terá algumas novidades. A Prefeitura de Santo André enviará apenas as duas primeiras parcelas do carnê, mas serão mantidas as tradicionais três opções de pagamento do imposto: à vista, com desconto de 10%; em duas parcelas, com desconto de 5%; ou pagamento...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Para economizar recursos e evitar desperdício de papel, o carnê do IPTU 2021 terá algumas novidades.</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5868" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/01/iptu-2021-santo-andre-e1609645000291.jpg" alt="iptu 2021 santo andre" width="1080" height="953" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/01/iptu-2021-santo-andre-e1609645000291.jpg 1080w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/01/iptu-2021-santo-andre-e1609645000291-300x265.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/01/iptu-2021-santo-andre-e1609645000291-1024x904.jpg 1024w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/01/iptu-2021-santo-andre-e1609645000291-768x678.jpg 768w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2021/01/iptu-2021-santo-andre-e1609645000291-150x132.jpg 150w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>A Prefeitura de Santo André enviará apenas as duas primeiras parcelas do carnê, mas serão mantidas as tradicionais três opções de pagamento do imposto: à vista, com desconto de 10%; em duas parcelas, com desconto de 5%; ou pagamento em até dez vezes.</p>
<p>Caso opte pelo pagamento parcelado, o munícipe deverá obter as demais parcelas através do <a href="https://www.santoandre.sp.gov.br/portalservico/SegundasVias/Iptu/IptuCarne.aspx" target="_blank" rel="noopener">Portal de Serviços da Prefeitura de Santo André</a> ou pelo app Telegram em <a href="https://t.me/SantoAndrebot" target="_blank" rel="noopener">https://t.me/SantoAndrebot</a>, sendo também possível obter os boletos com horário agendado na Praça de Atendimento, no Paço Municipal.</p>
<p>Com essa medida, serão economizadas 270 mil folhas de papel, além redução do custo de postagem com o novo formato dos carnês. Mais economia e sustentabilidade!</p>
<p>O envio vai começar a partir do dia 04 de janeiro e os boletos estarão disponíveis para retirada nos canais informados a partir do dia 01/01.</p>
<p>Santo André moderna, sustentável, eficiente e com respeito ao dinheiro público!</p>
<p>Veja os vencimentos da primeira e segunda parcelas:</p>
<p>📅 Terreno e Indústria<br />
15/01/2021<br />
17/02/2021</p>
<p>📅 Residência e comércio<br />
20/01/2021<br />
22/02/2021</p>
<p>📅 Aposentados &#8211; que já tiveram seu pedido de desconto deferido<br />
15/02/2021<br />
15/03/2021</p>
<p>Não haverá reajuste no valor, apenas a reposição inflacionária. O cálculo dessa reposição é estabelecido pelo<br />
IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).</p>
<p><em>Fonte: Prefeitura de Santo André</em></p>
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		<title>Quatro eixos vão nortear o mercado imobiliário no pós-pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[matrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 14:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[imoveis]]></category>
		<category><![CDATA[imoveis compactos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das mudanças é que, se antes a procura principal era por imóveis mais compactos e vivência em espaços compartilhados, a tendência passou a ser pela busca de ambientes maiores. Assim como praticamente todos os segmentos econômicos, o mercado imobiliário também mudou com a pandemia. E muito. A transformação é tanta que já se preveem...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das mudanças é que, se antes a procura principal era por imóveis mais compactos e vivência em espaços compartilhados, a tendência passou a ser pela busca de ambientes maiores.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5853 size-full" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mercado-imobiliario-pos-pandemia.jpg" alt="mercado imobiliario pos pandemia" width="600" height="400" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mercado-imobiliario-pos-pandemia.jpg 600w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mercado-imobiliario-pos-pandemia-300x200.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mercado-imobiliario-pos-pandemia-150x100.jpg 150w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mercado-imobiliario-pos-pandemia-488x326.jpg 488w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Assim como praticamente todos os segmentos econômicos, o mercado imobiliário também mudou com a pandemia. E muito. A transformação é tanta que já se preveem tendências inéditas para o setor provocadas, sobretudo, pela necessidade de isolamento social. Se antes a vida era prioritariamente outdoor (trabalho e trânsito), com a quarentena as pessoas passaram a ter uma relação mais intensa e prolongada com suas próprias moradias gerando, assim, novas descobertas e demandas no jeito de morar.</p>
<p>Numa observação atenta a essas mudanças, podemos traçar quatro eixos que deverão nortear o “novo normal” do mercado imobiliário daqui pra frente. O primeiro deles está num comportamento reverso ao que vinha sendo observado. Se antes a procura maior era por imóveis mais compactos e vivência em espaços compartilhados, a tendência passou a ser pela busca de ambientes maiores, seja para abrigar a família com mais conforto e segurança, seja para reorganizar a casa por conta da chegada do home-office.</p>
<p>Também nesse eixo estão os profissionais mais maduros e com carreiras mais consolidadas, que optam por moradias em locais distantes dos centros urbanos. Com a flexibilização do home office e filhos já criados, eles podem usufruir de áreas mais amplas, com quintal, lazer e exclusividade.</p>
<p>O segundo eixo, relacionado à mobilidade, abarca os jovens solteiros ou os casados com filhos pequenos. Ainda muito ativos na vida profissional, eles precisam morar próximos ao trabalho e a escolas, comércio, utilidades e buscam lazer, praticidade e qualidade de vida.</p>
<p>A praticidade dá o tom, também, ao terceiro eixo e, embora não seja exclusiva da pandemia, foi bastante impactada por ela. Neste grupo, estão os que optam por imóveis por assinatura, um fenômeno comum em grandes centros e que oferece a locação de casas e apartamentos por meio de serviço de streaming, como a Netflix. Tudo de forma desburocratizada e sem fiador. O modelo diferenciado possibilita ter acesso a uma casa que acompanhe cada momento da vida, com liberdade de morar onde e por quanto tempo quiser.</p>
<p>Por fim, temos a tecnologia e as facilidades que ela proporciona. Neste eixo, estão os clientes que buscam por imóveis que agreguem soluções ao seu dia a dia, com facilidades para pagamento e compra, serviços diversos como faxina, saúde e beleza, aplicativos compatíveis com transporte, lazer e pós-venda.</p>
<p>Esses quatro eixos têm despertado atenção especial dos setores produtivo e financeiro. Alguns fundos de investimento, por exemplo, apostam no retrofit e têm comprado, reformado e adequado os imóveis às novas demandas para futura venda ou locação.</p>
<p>Todo esse movimento nos faz prever bons e desafiadores tempos para o mercado imobiliário, um setor com forte potencial de venda por conta do déficit habitacional no país, hoje da ordem de 7,7 milhões de unidades e que deve chegar a 20 milhões de moradias até 2030, demandando investimentos da ordem de R$ 2 trilhões.</p>
<p>Se as tendências estão totalmente certas, ainda não se pode dizer, mas uma coisa está clara: a atenção a estes eixos é fundamental para garantir o pleno atendimento das demandas da sociedade. Uma sociedade que mudou, mas mantém o velho e antigo sonho de morar com qualidade.</p>
<p>O autor é diretor da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), presidente da Associação Empresarial de Cariacica e diretor da VTO Polos Empresariais</p>
<p><em>Fonte: A Gazeta</em></p>
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		<title>O boom do mercado de imóveis de alto padrão</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 20:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imóveis de Alto Padrão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pouca rentabilidade das aplicações de renda fixa e adoção definitiva do home office provocam uma alta sem precedentes no setor O mercado brasileiro de imóveis de luxo tem algumas características peculiares. Ele independe do crescimento do país e de tempos em tempos, apresenta forte expansão — mesmo se os indicadores econômicos estiverem no caminho oposto....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Pouca rentabilidade das aplicações de renda fixa e adoção definitiva do home office provocam uma alta sem precedentes no setor</h3>
<p>O mercado brasileiro de imóveis de luxo tem algumas características peculiares. Ele independe do crescimento do país e de tempos em tempos, apresenta forte expansão — mesmo se os indicadores econômicos estiverem no caminho oposto. É isso o que se vê agora. Há alguns dias, a Coelho da Fonseca, uma das principais imobiliárias desse segmento, vendeu um apartamento de 900 metros quadrados no bairro dos Jardins, em São Paulo, por 31,5 milhões de reais.</p>
<p>Por mais que o valor seja assombroso para a maioria esmagadora dos brasileiros, negócios desse tipo não são exatamente uma raridade, pelo menos em 2020. “O mercado está superaquecido”, diz a private broker (termo em inglês para designar os profissionais qualificados para vender ao público vip) Renata Firpo, uma das principais especialistas do mercado de imóveis de alto padrão do país. “Praticamente toda semana vendemos residências de valor elevado.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5545 size-full" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mercado-de-imoveis-de-alto-padrao.jpg" alt="imoveis de alto padrao" width="940" height="625" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mercado-de-imoveis-de-alto-padrao.jpg 940w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mercado-de-imoveis-de-alto-padrao-300x199.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mercado-de-imoveis-de-alto-padrao-768x511.jpg 768w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/mercado-de-imoveis-de-alto-padrao-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></p>
<p>A executiva relata que há vendedores negando ofertas antes vistas como irrecusáveis. “O proprietário de uma casa de 15 milhões não está tão interessado em negociá-la, porque considera que depois não terá onde investir a quantia”, afirma a especialista. Essa é uma das explicações que justificam a intensa procura por imóveis de altíssimo padrão. Com a taxa Selic nos níveis mais baixos da história, aplicações tradicionais de renda fixa deixaram de ser atrativas. Na renda variável, o risco é elevado, especialmente em um cenário de pandemia e com incertezas sobre a capacidade de recuperação da economia no futuro próximo. Sem ter para onde correr, os muito ricos compram, portanto, imóveis. As fronteiras fechadas, que bloquearam viagens e dificultaram investimentos no exterior, também estimularam o segmento. Um terceiro fator é o avanço irrefreável do home office. Com a perspectiva de trabalhar em casa, profissionais bem-sucedidos — aqueles obviamente que ganham mais — resolveram investir em moradias. Junte tudo isso e o resultado é um mercado em ascensão como poucas vezes se viu no Brasil.</p>
<p>O <a href="https://matrone.com.br/home-office-permanente-e-escritorio-do-futuro/">home office</a> desencadeou outro fenômeno: a busca por casas de campo ou até mesmo no litoral. Segundo a imobiliária Lopes, também com forte presença no segmento de luxo, a procura por imóveis desse tipo acelerou 63% durante a pandemia. Recentemente, a empresa fechou a sua maior venda durante a crise de coronavírus, uma mansão de 14 milhões de reais localizada na paradisíaca Jericoacoara, no Ceará.</p>
<p>Corretores relatam que, na região de Campinas, Valinhos e Indaiatuba, cidades próximas de São Paulo, é quase impossível encontrar casas disponíveis em condomínios de luxo. “O coronavírus despertou a necessidade de conforto”, diz Matheus de Souza Fabricio, diretor executivo da Rede Lopes. “Essa tendência se intensificou ainda mais na procura por um <a href="https://matrone.com.br/imovel/apartamento-de-alto-padrao-em-santo-andre/">imóvel de alto padrão</a>”, reforça Basílio Jafet, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi). “É o executivo, ou empresário, que mal parava em casa e hoje descobriu que pode curtir o espaço doméstico e ainda trabalhar ali.”</p>
<p>Dados consolidados mostram que a tendência das moradias maiores começou em 2019, quando foram negociadas 3 300 unidades acima de 1,5 milhão de reais na cidade de São Paulo, muito acima das 2 200 do ano anterior. Em 2020, o mercado como um todo cresceu. Segundo a Secovi-SP, em julho foram vendidas na capital paulista 4 300 unidades residenciais novas, resultado 45,5% acima do mês anterior.</p>
<p>No Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), os contratos fechados avançaram 10,5% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2019. A alta expressiva da demanda resulta na valorização dos imóveis. A depender da região do país, os preços subiram entre 5% e 10%. Não à toa, empresas como Coelho da Fonseca e Lopes esperam por balanços positivos no terceiro trimestre. O luxo é chique, desde que tratado com modéstia e respeito, mas, acima de tudo, pode ser extremamente rentável.</p>
<p><em>Fonte: Veja</em></p>
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		<title>Novas linhas de financiamento para mercado imobiliário do Itaú Unibanco</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 05:26:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financiamento de Imóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova oferta de financiamento para mercado imobiliário De olho no crescimento do mercado imobiliário, o Itaú Unibanco acaba de anunciar um pacote de novas linhas voltadas ao setor, com foco tanto nas pessoas físicas quanto nas incorporadoras, atendendo, assim, uma demanda de mercado. Uma das novas linhas é uma modalidade de financiamento atrelada ao rendimento...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Nova oferta de financiamento para mercado imobiliário</h3>
<p>De olho no crescimento do mercado imobiliário, o Itaú Unibanco acaba de anunciar um pacote de novas linhas voltadas ao setor, com foco tanto nas pessoas físicas quanto nas incorporadoras, atendendo, assim, uma demanda de mercado. Uma das novas linhas é uma modalidade de financiamento atrelada ao rendimento da poupança, algo inédito no País. Outra, bastante esperada, é a possibilidade de crédito com a garantia de um imóvel ainda financiado. Por último, uma linha voltada às incorporadoras, para a construção de imóveis, ou seja, financiamento do início do ciclo de vida de um imóvel. Com isso, o Itaú fecha o círculo em torno do setor, com grande potencial de crescimento no Brasil: financiará a construção do imóvel, a sua compra pela pessoa física e, depois disso, aceitará o mesmo, ainda financiado, como garantia para novas linhas de crédito.</p>
<div id="attachment_5537" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5537" class="wp-image-5537 size-full" src="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/financiamento-para-mercado-imobiliario.jpg" alt="financiamento para mercado imobiliario" width="900" height="600" srcset="https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/financiamento-para-mercado-imobiliario.jpg 900w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/financiamento-para-mercado-imobiliario-300x200.jpg 300w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/financiamento-para-mercado-imobiliario-768x512.jpg 768w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/financiamento-para-mercado-imobiliario-150x100.jpg 150w, https://matrone.com.br/wp-content/uploads/2020/10/financiamento-para-mercado-imobiliario-488x326.jpg 488w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5537" class="wp-caption-text">Com isso, o Itaú fecha o círculo em torno do setor, com grande potencial de crescimento no Brasil: financiará a construção do imóvel, a sua compra pela pessoa física e, depois disso, aceitará o mesmo, ainda financiado, como garantia para novas linhas de crédito (Crédito: Reprodução/Itaú Unibanco)</p></div>
<p>“Com o novo patamar de juros e o momento de retomada, a gente viu uma resiliência do setor na pandemia e o início de retomada com força no mercado imobiliário. Houve uma aceleração dos níveis de financiamento. Em julho tivemos níveis recorde de financiamento e em agosto e setembro deve seguir crescendo”, destacou, em coletiva de imprensa, o diretor executivo do Itaú Unibanco, Alexandre Zancani, que acaba de completar nove meses no banco.</p>
<p>Segundo ele, por trás do lançamento está o objetivo da instituição financeira de “liderar a mudança do crédito imobiliário no Brasil”, que tem potencial de multiplicar de tamanho, tendo em vista o já notado em outros países, nos próximos anos.</p>
<p>A novidade nesta semana é a linha de crédito imobiliário indexada à poupança. A cobrança será uma taxa fixa de 3,99% mais o rendimento da poupança, hoje em 1,4%, levando à taxa cobrada, caso a contratação fosse hoje, em 5,39%, cerca de 25% abaixo da média cobrada pelo mercado atualmente.</p>
<p>“Aproveitamos um momento de mercado para liberar um patamar de taxas que antes não eram viáveis. Com essa inovação, conseguimos liberar um potencial de ofertar uma taxa fixa que varia conforme o rendimento da poupança, que é uma referência da Selic”, disse Zancani.</p>
<p>Um dos diferenciais, frisou, é que a poupança tem um teto para o rendimento, de 6,17% pelas regras do Banco Central, fazendo com que a cobrança máxima da nova linha seja de 10,16% ao ano.</p>
<p>Segundo ele, no período de testes, a aceitabilidade da nova linha foi bastante boa, em especial na mais alta renda. “De acordo com o patamar de juros será mais atrativa uma linha ou outra”, frisou. No financiamento imobiliário tradicional, o banco reduziu a todos clientes a taxa de TR + 7,3% ao ano para TR + 6,9% ao ano. Nessa linha, ao contrário da linha atrelada à poupança, o cliente sabe, ao contratar a linha, quanto pagará durante todo o contrato.</p>
<p>O diretor de Crédito Imobiliário do Itaú Unibanco, Danilo Caffaro, afirmou que a ideia do banco não é de substituir nenhuma linha, mas sim de aumentar o leque de produtos disponíveis da casa, para escolha do cliente. Segundo o executivo, o Itaú estava em busca de uma forma de conseguir repassar a queda recente da Selic, hoje no piso histórico de 2%. “Era fundamental ter esse teto (da taxa) para a geração de valor desse produto”, disse Caffaro.</p>
<p>A nova linha valerá para imóveis residenciais, terá até 30 anos de prazo para pagamento e exigirá uma entrada mínima de 18% do valor de avaliação do imóvel. O potencial, segundo ele, é enorme, dado que suas características o torna muito atrativo no mercado.</p>
<p>O diretor Comercial Imobiliário no Itaú BBA, Thales Ferreira, disse que a instituição financeira vem conversando intensamente com os empresários do setor e por isso nasceu a linha de crédito voltada às incorporadoras, de forma a atender essa demanda. “Queremos participar das discussões estratégicas, o momento do setor é muito positivo. O novo patamar estrutural de juros, a reserva de valor, o grande déficit habitacional que continua como uma alavanca de crescimento, o melhor arcabouço jurídico e as novas formas de vendas”, destacou Ferreira.</p>
<p>Segundo o executivo do Itaú BBA, o objetivo, assim, é “participar da solução ao setor do início ao fim”, com uma proposta agregada para a pessoa jurídica e para as pessoas físicas.</p>
<p>Para fechar o círculo de crédito voltado ao setor imobiliário, o Itaú também está lançando o crédito com a garantia de imóvel que ainda está financiado, o chamado “home equity”, modalidade já muito desenvolvida em outros países. Para essa nova linha, possível após resolução do Banco Central, o cliente com imóvel financiado no Itaú poderá pegar um novo crédito – que pode ser utilizado para qualquer propósito.</p>
<p>Pelas regras, o cliente poderá pegar o mesmo valor do saldo devedor, com a limitação de até 90% do valor do imóvel. O pagamento dessa nova dívida será dividida pelo prazo do financiamento do imóvel que foi dado em garantia.</p>
<p>Para liderar esse novo momento do crédito imobiliário, com os juros no Brasil no seu piso histórico, Zancani disse que há outras ideias já na mesa, e alguns testes já sendo feitos. O executivo disse que hoje essa área tem trabalhado lado a lado com o setor de tecnologia.</p>
<p><em>Fonte: IstoÉ Dinheiro</em></p>
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		<title>Home Office permanente e Escritório do futuro</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2020 02:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>40% das empresas não trabalhavam com home office e pretendem adotar o modelo em definitivo mesmo pós-pandemia Não é novidade que a volta à rotina de trabalho pós-quarentena será muito diferente do que se tinha antes da chegada da pandemia. O home office está sendo aplicado em boa parte das empresas e, em muitos casos,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>40% das empresas não trabalhavam com home office e pretendem adotar o modelo em definitivo mesmo pós-pandemia</h3>
<p>Não é novidade que a volta à rotina de trabalho pós-quarentena será muito diferente do que se tinha antes da chegada da pandemia. O home office está sendo aplicado em boa parte das empresas e, em muitos casos, tem funcionado bem.</p>
<p>Prova disso é que 40,2% das empresas não trabalhavam com a modalidade antes da crise e vão adotá-la de forma definitiva quando esse período passar, de acordo com um estudo apresentado pela Cushman&amp;Wakefield.</p>
<p>O estudo contou com a participação de 122 empresas de vários setores, localizadas em São Paulo e Rio de Janeiro, e entrevistou em sua maioria, presidentes, vice-presidentes e diretores que tomam a decisão sobre a implementação do home office.</p>
<p>A Cushman também mostra que 45% dos entrevistados vão reduzir o espaço físico pós-crise, sendo que 30% fará isso devido à experiência de sucesso com o home office implementado temporariamente durante a crise e outros 15% farão isso por causa dos efeitos econômicos gerados pela pandemia.</p>
<p>Entre as empresas que reduzirão seu espaço, 25,3% afirmam que o corte será de 10% a 30% do espaço e outras 16,2% dizem que podem cortar até 50%.</p>
<p>Para Jadson Mendes, Head de Pesquisas e Inteligência de Mercado da empresa de serviços imobiliários comerciais da Cushman &amp; Wakefield, o processo que vai acontecer pós-pandemia é o oposto do que o que vinha acontecendo até então.</p>
<p>“Nos últimos anos, um outro processo, de maior adensamento do espaço de escritório estava se desenvolvendo. O que chamamos de ‘open space’, quando acabaram as salas dos chefes, e mais pessoas ocupam o mesmo ambiente. Agora o mundo parou e todos estão perguntando como será o escritório do futuro, já que é certo que mudará”, afirma.</p>
<h3>Escritório do futuro</h3>
<p>Como resultado desse processo de mudança surge o “Six Feet”, um modelo do que seria esse novo ambiente de trabalho.</p>
<p>Mendes conta que a Cushman &amp; Wakefield está acompanhando cerca de 10 mil empresas na China em processo de abertura dos negócios depois do pico da pandemia. “Estamos analisando vários modelos de retomada dos negócios e isso gerou um manual de boas práticas que vai ajudar as empresas do Brasil também. Foi nesse contexto, que o modelo de ‘Six Feet’ , que na verdade é uma medida [equivalente a 1,8 metro], se destacou”, explica.</p>
<p>Na prática, o nome remete à distância entre as mesas dos funcionários que respeitando as recomendações das autoridades de saúde. “Esse modelo exige mais espaço físico. Isso significa que no caso de empresas que não vão aderir ao home office seria necessário um aumento do escritório para acomodar a mesma quantidade de pessoas sob uma nova divisão de espaço”, diz.</p>
<p>Segundo Mendes, no ambiente de trabalho hoje, o recomendado é que cada profissional tenha para si entre sete e oito metros quadrados de espaço. “Em coworkings essa medida cai para cerca de cinco metros quadrados, e em call centers, por exemplo, pode chegar a três metros quadrados e meio. O que comprova que muitas empresas terão que se adaptar com esse novo modelo que exige cerca de 11 metros quadrados por pessoa”, explica.</p>
<p>Esse modelo que Mendes apresenta deve ser implementado por meio de um processo de seis etapas: “Adaptar o edifício, instruir os colaboradores, controlar o acesso de maneira diferente (reconhecimento facial ou até liberar entrada), criar plano de distanciamento social dentro da empresa, reduzir os pontos de toque e intensificar a limpeza da empresa e comunicar-se com confiança”, explica.</p>
<p>Ele pondera que essa é uma alternativa em estudo, e não a única solução possível. O ideal, segundo ele, seria a mescla de escritórios, ou seja, as empresas adotam dois a três dias por semana o home office e implementam o six feet no restante. “Assim, as pessoas podem utilizar um mesmo espaço que foi reduzido e há uma otimização”, diz.</p>
<p>Ainda, as empresas podem adotar home office permanente para parte dos times e manter outros times presencialmente, o que também poderia balancear a equação.</p>
<p>“Mas há o risco de empresas aderirem ao home office e liberar espaço, mas outras empresas preferirem adotar modelos presenciais e precisarem de mais espaço e ocuparem esses escritórios vazios. E aí um modelo anula o outro em termos imobiliários”, pondera o especialista.</p>
<p>No entanto, se essa equação acima não funcionar de maneira equilibrada, as empresas que não implementarem o home office devem aumentar seus espaços físicos seguindo as recomendações de saúde. E é aí que uma série de dificuldades entram em jogo.</p>
<h3>Mais desafios</h3>
<p>Essa mudança no perfil dos escritórios inclui mais fatores na conta que as empresas devem fazer durante a crise: além das questões trabalhistas, precisarão rever a parte financeira e desenvolver estratégias sobre como se adaptar aos novos espaços.</p>
<p>“Se a empresa aderir ao home office de forma permanente, a redução de custos com aluguel do espaço pode ser uma vantagem. Mas, geralmente, esses contratos imobiliários corporativos são de longo prazo e, se a empresa quebrá-lo, paga multa. Então, a empresa não pode fazer essa mudança de uma hora para outra sem custo algum”, explica Mendes.</p>
<p>Além disso, esse modelo de escritório do futuro pode sair caro. “As adaptações podem custar. Os prédios novos podem contar com tecnologia, mas muitos terão que implementá-las. Principalmente, nesse começo de reabertura os custos serão altos: tem a limpeza, talvez novos espaços… tudo vai investimento”, diz.</p>
<p>Outro desafio é encontrar prédios com espaço. Hoje existem 76 prédios considerados classe A no centro de negócios da cidade de São Paulo, que inclui as regiões da Av. Paulista, Faria Lima, Itaim Bibi, Av. Juscelino Kubitschek e Vila Olímpia. Os dados são de um outro estudo da Cushman.</p>
<p>Com a vacância dos escritórios corporativos em São Paulo girando em torno de 16% atualmente, a restrição de oferta é grande. “Não tem espaço. E em áreas como o Itaim Bibi, a vacância é de 1%”, explica.</p>
<p>“Agora, o exercício: quais desses prédios conseguem receber inquilinos de dois mil metros quadrados de áreas contíguas, seja em um de dois mil ou duas de mil no mesmo prédio? Apenas quatro. Ou seja, essas empresas vão encontrar dificuldade em se posicionar em outro prédio por baixa vacância. Vai precisar negociar ou terá que mudar para localidades que não são as consideradas <em>prime</em>, que acaba sendo status para a empresa”, explica.</p>
<p>Justamente por isso, o mercado imobiliário corporativo não apresenta uma tendência de queda nos preços, nem maior vacância devido à crise. “Pelo contrário, o setor, que tem retomada em ciclos e mais lenta, ainda se levanta da crise de 2014 e 2015. Então, regiões ‘prime’ de SP, por exemplo, que já são caras, vão ficar ainda mais, porque o preço caiu muito logo depois de 2014 e 15 e está voltando agora cumprindo o ciclo”, diz.</p>
<p>Segundo dados da Cushman, o preço do aluguel na Av. Brigadeiro Faria Lima subiu 19,5% em abril de 2020 na comparação com abril 2019. Na Av. Paulista subiu 15,6% no mesmo mês deste ano comparado com abril de 2019.</p>
<p>“Mesmo na recessão, não podemos afirmar que os preços vão cair e as empresas que precisarem de espaço vão ter que investir. Tem pouco estoque entrando e os valores ficando mais altos. Por exemplo, neste ano a expectativa é de que 142 mil metros quadrados em novos prédios surjam em SP. Já foram construídos 12 mil metros quadrados desse total. Mas em 2019, por exemplo, o estoque foi de apenas 33 mil metros quadrados. Quando olhamos para 2013, chegou a 400 mil metros quadrados. São ciclos e o cenário diminui a vacância”, afirma o executivo.</p>
<p>Apesar das dificuldades, Mendes acredita que as mudanças que estão acontecendo são positivas. “Não temos como frear e todo mundo vai ter que se adaptar. Com certeza será desafiador, algumas empresas têm negócios que precisam da presença física, cada companhia vai lidar com os próprios fatores e cenários internos – para além da pandemia”, finaliza.</p>
<p><em>Fonte: Infomoney</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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